(Source: british-music, via what-about-the-beatles)
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(Source: simplesdecoracao, via hermaniacos)
(Source: only-seoul, via mickeyandminnie)
Paul e Jane Asher
(Source: 1comumdedois, via onlyforlesbians)
O cansaço de todas as ilusões e de tudo que há nas ilusões - a perda delas, a inutilidade de as ter, o antecansaço de ter que as ter para perdê-las, a mágoa de as ter tido, a vergonha intelectual de as ter tido sabendo que teriam tal fim.
(Source: princessmacca, via what-about-the-beatles)
” É exatamente isso. “Se o Amarante chegasse agora e falasse ‘Aceita…?’ ‘Aceito, seja lá o que for’.” Aquilo que parecia tão distante, estava ali no palco, bem na minha frente. O meu romance com esses barbudos tem história. […] Só que até que me vê lendo jornal na fila do pão sabe que eu encontrei o Los Hermanos. E foi ouvindo essa música também que eu conheci o Amarante. Eu a ouvi e pensei “ué, essa voz não é do Camelo. Quem é que tá cantando?” Aí eu descobri que era o homem da minha vida. Não, não tô exagerando. E o que mais me chateava era que eu não havia ido ao show. E, meu Deus, quando haveria outro show? Quando? Quando?! Essa pergunta me angustiava desde então. […] Nenhuma outra banda transmite o que Los Hermanos transmite pra mim. Não importa se estou triste, alegre, na tpm ou em algum desses estados emocionais. Eles são os únicos que me aturam. Eu digo que descobri que pra ouvir Los Hermanos você não usa os ouvidos, você usa o coração. É só uma questão de sentir a letra junto com o embalo da melodia. Sentir na alma, na pele, na vida. É parar o que você tá fazendo e ouvir mesmo, desde as vírgulas até os acordes. É se imaginar vivendo aquela música. É querer se chamar “Aline” só pra um dia cantarem essa canção-declaração desesperada de amor pra você. É lembrar de alguma música no decorrer do dia sem ter porquê, sem ter razão. Enfim, é amar. E foi no final de 2011, quando Medina anunciou no seu blog a turnê de 15 anos do Los Hermanos, que eu nunca mais fui a mesma. Sonhava praticamente todos os dias com esse show. E foi com essa angústia que eu fui vivendo até o dia 11 de maio de 2012. Eram eles. A partir daquele momento eu não me lembrava de nada do que eu havia passado naquele dia. Nenhuma dor, nenhum cansaço. Era como se eu tivesse acabado de chegar lá. Hoje me pergunto se eu vivi mesmo aquilo. E sei que vivi porque sinto saudade. Saudade do que eu senti quando presenciei aquele show. Foi uma sensação incomparável. E que durou muito pouco. A ficha mal tinha caído, e quando eu vi, eles já tinham ido. Falando assim parece que foi há muito tempo. Mas veja, nem acabou o mês de maio ainda. Engraçado. E eu achando que depois desse show meu coração sossegaria um pouco. […] e eles farão com que muitas outras gerações sintam o que eu senti aquele dia e o que eu sinto hoje. Um amor tão grande. Afinal, diz, quem é maior que o amor?”
Bem no caminho, cabeça numa nuvem,
O homem de mil vozes, falando perfeitamente alto.
Mas ninguém nunca o ouve, ou o som que ele parece fazer.
E ele nunca parece notar
E ninguém parece gostar dele, […] eles sabem que ele é só um bobo
E ele nunca mostra seus sentimentos.
Ele nunca os ouve, ele sabe que os bobos são eles,
Não gostam dele.
Mas o bobo na colina vê o sol nascer e se por
E os olhos em sua cabeça vêem o mundo girando ao redor.